LABORATÓRIO DE ESTATÍSTICA ESPACIAL (LESTE)

PROJETOS:

_____________________________________________________________________________________________________

 

Aqui você encontra informação sobre os projetos de pesquisa desenvolvidos no LESTE desde 1998.  Os projetos se encontram ordenados de acordo com a seguinte classificação :

 

      Projetos Aplicados

      Projetos Metodológicos

 

Página Principal 
 

___________________________________________________________________________________


Projetos Aplicados

      Criminalidade Violenta em Minas Gerais
Atlas da Criminalidade de Belo Horizonte – 1995/2000
Estudo da Distribuição Espacial da Leishmaniose em BH
Distribuição Espacial de Infecção pelo Vírus Linfortópico-T Humano Tipos I e II (HTLV-I/II) entre Doadores de Sangue da Fundação Hemominas, Belo Horizonte, Minas Gerais, 1994-1996
Projeto MAPA
Transição Demográfica no Brasil
Criação de uma Biblioteca de Sub-rotinas de Análise Estatística Integrada ao Sistema de Informação da PM/MG

  Início de Página

__________________________________________________________________________________________________


Criminalidade Violenta em Minas Gerais

 

Parceria: Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública  (CRISP)

Participação:
 Polícia Militar de Minas Gerais (PM/MG)
                          
Fundação João Pinheiro  (FJP)

Financiamento: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) 
                               FORD Foundation

Data de Inicio : Janeiro/1998

Data de conclusão :  

Resumo :

      Este trabalho é constituído por dois segmentos distintos. O primeiro deles composto por uma análise da criminalidade violenta em Minas Gerais. O segundo bloco volta-se para um estudo da Polícia Militar, através de um survey, com amostra representativa dos distintos escalões da hierarquia.

Projetos Aplicados  |  Início de página

_____________________________________________________________________________________________________

 

Atlas da Criminalidade de Belo Horizonte – 1995/2000

 

Parceria: Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública  (CRISP)

Participação: Polícia Militar de Minas Gerais (PM/MG)
                       Prefeitura de Belo Horizonte (PBH)

Financiamento: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG)   
                               FORD Foundation

Data de Inicio : Janeiro/2000

Data de conclusão : Janeiro/2002

Resumo :

      A elaboração do Atlas de Criminalidade de Belo Horizonte 2000 se baseia essencialmente num desenho comparativo de pesquisa, onde se busca investigar as associações existentes entre a distribuição geográfica dos padrões de criminalidade e a distribuição geográfica de certas características sociais da população de Belo Horizonte. Através de alguns softwares estatísticos, o espaço urbano do município de Belo Horizonte será classificado e ordenado segundo os crimes ocorridos dentro deste espaço. Assim, poder-se-á identificar quais são as áreas mais violentas e menos violentas dentro do município. Esta categorização constitui um instrumento muito importante na formulação de políticas públicas de policiamento, pois permite que se organize uma melhor distribuição do orçamento e contingente de policiais.

Projetos Aplicados  |  Início de página

_____________________________________________________________________________________________________

 

Estudo da Distribuição Espacial da Leishmaniose em Belo Horizonte

 

Parceria: Fernando Proietti (Depto. de Medicina Preventiva e Social , UFMG)

Participação: Secretaria de Saúde de Belo Horizonte (SMSA) e de Betim

Financiamento: Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa da UFMG (FUNDEP)

Data de Inicio: Janeiro/1996

Data de conclusão: Janeiro/1998

Resumo:  

      Este trabalho consiste no estudo da distribuição espacial dos casos humanos da Leishmaniose Visceral nas áreas de abrangência dos centros de saúde de Belo Horizonte, desde o segundo semestre de 1994. As áreas de abrangência são as unidades espacial de análise formadas a partir dos setores censitários do IBGE, o que possibilita a recuperação da informação sobre a população de cada uma dessas áreas. Cada área possui um centro de saúde, onde são registrados os casos de leishmaniose humana e canina. A partir desse dados e utilizando uma metodologia Bayesiana para correção e previsão das taxas de leishmaniose em cada área, estuda-se a evolução dessas taxas e sua distribuição espacial em todo o município de Belo Horizonte. A adoção da metodologia de modelos espaciais Bayesianos pode contribuir para um redirecionamento do programa de controle, com prioridade maior para áreas cujas projeções Bayesianas apontem  um crescimento  maior. Paralelamente ao estudo dos casos humanos, foi estudada a prevalência da doença na população canina, o principal hospedeiro do agente causador da doença.

 Projetos Aplicados  |  Início de página

_____________________________________________________________________________________________________

 

Distribuição Espacial de Infecção pelo Vírus Linfortópico-T Humano Tipos I e II (HTLV-I/II) entre Doadores de Sangue da Fundação Hemominas, Belo Horizonte, Minas Gerais, 1994-1996

 

Parceria: Fernando Proietti  (Depto. de Medicina Preventiva e Social , UFMG)

Participação: Secretaria de Saúde de Belo Horizonte (SMSA) e de Betim

Financiamento: Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa da UFMG  (FUNDEP)

Data de Inicio: Junho/1996

Data de conclusão: Setembro/1999

Resumo:  

      O objetivo deste estudo seccional foi analisar a distribuição espacial da infecção pelo HTLV-I/II, em doadores de sangue da Fundação Hemominas, residentes em Belo Horizonte, de 1994 a 1996. Foram estudados 1.022 doadores, 533 casos e 489 não casos. Os casos foram estratificados em Western Blot (WB) positivos, WB indeterminados e ELISA positivos sem resultados do WB. Os casos e os não casos foram georreferenciados pelo endereço residencial exato ou por uma aproximação do mesmo. Os casos com resultado do WB menos freqüentes eram dos doadores de reposição em relação a doadores voluntários (OR = 0,70; IC 95%: 0,50-0,99).  Através da diferença entre as funções K univariadas, não há evidência de que casos e não casos difiram em relação à distribuição espacial. Os casos com e sem WB não difiram entre si com relação à distância da Hemominas. Verificou-se que nenhum dos doadores sem resultado da segunda amostra foi georreferenciado pelo endereço exato. Esses doadores poderiam não ter retornado para a coleta da segunda amostra de sangue por não terem recebido a convocação do Hemominas, que é feita por carta.  

 Projetos Aplicados  |  Início de página

_____________________________________________________________________________________________________


Projeto MAPA

 

Parceria: Comando de Policiamento da Capital da Polícia Militar de Minas Gerais (CPC)
                 
Centro de Estudos em Criminalidade e Segurança Pública  (CRISP)

Participação: Companhia de Processamento de Dados do Estado de Minas Gerais (PRODEMGE)
                         
Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte (PRODABEL) 

Financiamento: FORD Foundation

Data de Inicio:

Data de conclusão:

Resumo:

      Este projeto é parte de um programa que está sendo implementado pelo CPC: o Polícia de Resultados. O programa “Polícia de Resultados” busca introduzir novas técnicas de gerenciamento das atividades policiais mediante a descentralização do planejamento de operações, e através da introdução de mecanismos de aferição e controle de resultados.  O projeto MAPA consiste na utilização intensiva de informações oriundas das ocorrências registradas pela PMMG para efeitos de planejamento operacional, e para o desenvolvimento de programas e projetos de controle da criminalidade. Ele desdobra-se em duas etapas: a primeira consistiu na organização de bases de dados de modo a que possam ser utilizados de forma geo-referenciada, e no treinamento de analistas de crime. A segunda irá expandir o universo de usuários do sistema de estatística e georeferenciamento, alcançando o nível dos operadores de rua da polícia, mediante o treinamento de pessoal para efetuar análises no âmbito das Companhias de policiamento. 

      Para a organização da base de dados que compõe o geoarquivo, foram utilizados:

(a)   Os dados do Centro de Operações Policiais Militares (COPOM) relativos à cidade de Belo Horizonte. Trata-se do primeiro sistema de gerenciamento de chamadas telefônicas utilizado por uma organização policial na América Latina . Ele é inicialmente alimentado pelo telefone 190, e sofre atualizações fornecidas pelos patrulheiros encarregados do atendimento da ocorrência. O software da base de dados foi desenvolvido pela PRODEMGE, Órgão de Processamento de Dados do Estado de Minas Gerais. 

(b)   Os dados de geoprocessamento produzidos pela PRODABEL, órgão da Prefeitura de Belo Horizonte com uma base de dados geográfica com mais de cinco milhões de objetos cadastrados. São arquivos gráficos com representação de informações que vão desde a malha viária até dados físicos, tais como hidrografia, arborização e topografia da cidade. Para efeitos do projeto, foram utilizados inicialmente os dados referente aos quarteirões, eixos de ruas, bairros, favelas, áreas verdes, áreas das companhias de policiamento e batalhões, além de informações georeferenciadas sobre alvos de delitos tais como bancos, supermercados, mercearias, padarias, casas lotéricas etc. 

(c)    Dados do censo de 1991 e da contagem de 1996 para informações sócio-econômicas e demográficas relativas aos setores censitários.  Duas formas de utilização são desenvolvidas: Geoprocessamento das ocorrências e análise estatística dos delitos. As análises preliminares são feitas pelo Departamento de Estatística do CPC que passou a funcionar, na prática, como uma unidade de análise de crime. A cada seis meses, é entregue aos gerentes de cada uma das vinte e cinco sub-áreas de policiamento um diagnóstico estatístico das ocorrências de crimes violentos em cada área, indicando os delitos mais comuns em cada uma delas, bem como a sua distribuição espacial dentro daquele território. Um modelo destes relatórios encontra-se em anexo. O diagnóstico estatístico busca responder quais são os delitos de maior incidência, em que bairros eles estão concentrados, horário, dia da semana e mês. Logo a seguir os delitos mais comuns em cada área são representados pontualmente em um mapa da região, permitindo a identificação de “eixos” e “manchas” de criminalidade. Com bases nestas informações, os capitães de cada Cia. devem detalhar um planejamento de emprego operacional para os próximos meses, estabelecendo metas de desempenho a serem perseguidas naquele período.

 

 Projetos Aplicados  |  Início de página

 _____________________________________________________________________________________________________

 

Transição Demográfica no Brasil

  

Parceria: Joseph Potter (Population Research Center) , University of Texas
            
     Suzana Cavenaghi  (Núcleo de Estudos de População, NEPO – UNICAMP)
                 
Maria Helena Spyrides  ( UFRN e CEDEPLAR – UFMG )

Participação: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística  (IBGE)

Financiamento: National Institute of Health, (NIH)

Data de Inicio:

Data de conclusão:

Resumo: ....

 

Projetos Aplicados  |  Início de página

_____________________________________________________________________________________________________

 

Criação de uma Biblioteca de Sub-rotinas de Análise Estatística Integrada ao Sistema de Informação da Polícia Militar de Minas Gerais

 

Participação: Polícia Militar de Minas Gerais (PM/MG)

Financiamento: Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa da UFMG  (FUNDEP)

Data de Inicio : Dezembro/2001

Data de conclusão : Fevereiro/2003

Resumo :

      Este trabalho consiste em consultoria e assessoria para criação de uma biblioteca de sub-rotinas de análise estatística integrada ao sistema de informações a ser adquirido pela PM/MG. Esta biblioteca será capaz de gerar análises estatísticas de dados georeferenciados das ocorrências de crime e atuação policial para auxiliar a tomada de decisões no combate e controle da criminalidade no estado de Minas Gerais. A principal característica do sistema em desenvolvimento é reunir, num só elemento, dados, provenientes de diversas fontes, tornar fácil sua manipulação e atualização, e apresenta-los já na forma de relatórios de análise estatística, permitindo comparações e análises.

 

Projetos Aplicados  |  Início de página

_____________________________________________________________________________________________________

 

Projeto SAUDAVEL

 

Participação: Divisão de Processamento de Imagem (DPI) , PRODABEL, Departamento de Estatística da UFPR  (EST/UFPR), Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), Centro de Pesquisa Ageu Magalhães (CPqam) e Centro de Informação Científica e Tecnológica (CICT).

Financiamento: CNPq e Ministério da Justiça

Data de Inicio : 2003

Data de conclusão : 2006

Resumo :

      O projeto SAUDAVEL (Sistema de Apoio Unificado para Detecção e Acompanhamento em Vigilância Epidemiológica) propõe os usos das Tecnologias da Informação Espacial no apoio ao Controle de Endemias: Dos "Lugares das Doenças" às "Doenças do Lugar".
      O objetivo principal é encontrar as respostas e produzir os instrumentos de Tecnologia da Informação (TI) Espacial, métodos, algoritmos e produtos de software, para dotar os sistemas de vigilância epidemiológica e de controle de endemias, de capacidade de antecipação, a partir da possibilidade de tratar  grandes bases de dados espaço-temporais, com dados dos SIS (Sistema de Informação em Saúde) e com dados caracterizados da população e de seu lugar.

 

Projetos Aplicados  |  Início de página

_____________________________________________________________________________________________________

 

Projeto SIMVIDA

 

Participação: Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte (SMSA-BH).

 Data de Início:  Dezembro / 2004

 Data de Conclusão: Dezembro / 2006

 Produtos: 

 Resumo: 

                 O objetivo geral do projeto é o de desenvolver e implementar um sistema de vigilância espaço-temporal para agravos à saúde em Belo Horizonte, com particular atenção para os acidentes de trânsito e os homicídios. Um sistema automático de vigilância para detecção precoce de clusters espaço-temporais de eventos de saúde é importante para permitir a identificação oportuna de riscos emergente. Esse sistema vai fornecer informações para elaboração de medidas de prevenção e controle de estratégias de intervenção. Após estudos de calibração do método, nosso sistema será implantado em caráter experimental pela SMSA-BH e pela PMMG, instituições participantes deste projeto de pesquisa.

 


Projetos Metodológicos

  

          Análise de Conglomerados Espaciais Através de Árvore Geradora Mínima
    Detecção de Clusters

Início da Página

_____________________________________________________________________________________________________

 

Análise de Conglomerados Espaciais Através de
Árvore Geradora Mínima

 

Participação: Juliano Palmiere Lage, Renato Martins Assunção e Edna Afonso Reis

Data de Inicio: Janeiro/2001

Data de conclusão:

Produtos:  Software  SKATER (Spatial Cluster Analysis by Tree Edge Removal)

Resumo:

     Este projeto foi trabalhado com o propósito de reunir as áreas geográficas de uma região (como setores censitários que compõem um município) em grupos que possuam grande homogeneidade interna com relação a variáveis medidas em cada área  e que fossem, ao mesmo tempo, heterogêneos entre si. Entretanto, foi necessário que essas sub-regiões fossem formadas por áreas contínuas no espaço. Propomos um método para criação destes conglomerados espaciais baseado em Árvores Geradoras Mínimas. O mapa das áreas é substituído por um garfo onde os vértices sãos os centróides das áreas e arestas ligam áreas adjacentes. O custo da aresta que liga duas áreas é dado pelo grau de dissimilaridade nas variáveis medidas nas áreas. A participação da árvore geradora mínima, que leva à criação sucessiva dos conglomerados, é baseada na minimização da homogeneidade interna dos conglomerados no vetor de variáveis.

Criamos o software SKATER (Spatial Cluster Analysis by Tree Edge Removal), onde o método foi implementado.



Projetos Metodológicos  |  Início de página

_____________________________________________________________________________________________________

 

Detecção de Clusters

  

Participação: José Aguinaldo Fonseca e Luiz Henrique Duczmal

Financiamento: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior  (CAPES)

Data de Inicio : Dezembro/2001

Data de conclusão : Dezembro/2002

Resumo:

     Um dos grandes problemas nos métodos estatísticos para detecção de aglomerados espaciais é a necessidade da definição prévia do tamanho do aglomerado a ser procurado. Como não sabemos de antemão o tamanho real do aglomerado, o procedimento comum é definir um conjunto de tamanhos plausíveis e usar algum método estatístico para tentar detectar o aglomerado com um dos tamanhos pré-definidos. Como a escolha dos tamanhos é subjetiva, isto acarreta algum vício de pré-seleção e, além do mais, a realização de um teste para cada tamanho pré-fixado, exige que se faça algum tipo um ajustamento para  múltiplos testes para evitar o aumento da probabilidade do erro tipo I.
Com o intuito de resolver estes problemas, KULLDORFF e NAGARWALLA (1995) propuseram, usando a estatística de varredura (scan statistic), a estatística de teste da razão de verossimilhanças para detecção de aglomerados. O método cria um círculo de raio r para cada ponto na área em estudo e vai aumentando continuamente este raio até que o círculo englobe metade da população sob risco. Cada um dos círculos resultantes (de variados tamanhos e localizações) é o possível candidato ao aglomerado e o método calcula a razão entre a verossimilhança sob a hipótese da existência de uma elevada taxa de casos dentro do círculo comparado com a região fora do círculo e a verossimilhança  sob a hipótese nula de casos dispersos aleatoriamente. O método define como estatística de teste o valor máximo entre todas as razões de verossimilhanças calculadas e a significância estatística do valor observado é calculada usando a distribuição nula obtida através das simulações de Monte Carlo. As verossimilhanças são baseadas na distribuição de Poisson (para dados de áreas) ou na distribuição de Benoulli (para dados pontuais). Para aplicação do método, os autores desenvolveram um software, SaTScan, voltado para detectar aglomerados no espaço, no tempo e no espaço-tempo. O método proposto foi desenvolvido para funcionar adequadamente em uma situação muito específica, onde se supõe existir um único aglomerado circular na região em estudo.

     O objetivo do trabalho foi estudar o poder estatístico do teste em situações onde as suposições não são satisfeitas. Basicamente, foram simulados vários cenários, com casos distribuídos aleatoriamente sobre a região e com casos distribuídos segundo a presença de um ou dois aglomerados. Definido o cenário, o mesmo foi simulado uma grande quantidade de vezes e utilizamos o SaTScan em conjunto com o S-Plus para obter as estimativas do poder estatístico do teste em cada cenário. O uso do S-Plus propiciou um ganho considerável no tempo da análise das simulações.

     O teste mostrou ter um baixo poder em detectar um tipo especial de aglomerado (tipo  clinal), independente da população ser homogênea ou não, e que a presença de outro aglomerado clinal não afeta em muito o poder do teste. Quanto à performance do teste, notamos que a definição da medida usada para estimar o poder estatístico pode afetar as conclusões quanto à performance do poder do teste e, de um  modo geral, a presença de um segundo aglomerado reduzia o poder do teste.

Página principal  |  Início de página

_____________________________________________________________________________________________________

 

Institucional | Membros | Publicações | Cursos | Dados | Software | Links | Informativo | Apresentações | Seminários | Fale Conosco